Cristiano: “Competir me motiva”
Português concedeu entrevista a site e falou sobre sua motivação, pensamento de aposentar, entre outros assuntos.
Cristiano Ronaldo concedeu entrevista ao Sacoor Brothers, site de moda português, para falar sobre muitos assuntos, como sua carreira, motivação, o que vê na seleção, aposentadoria da carreira, como leva seu dia, entre outros pontos em uma conversa bastante pessoal.
— Há vários fatores que nos permitem ganhar um torneio importante, como ter uma boa equipe, um bom treinador... Mas acredito que o fator sorte também é uma parte, especialmente em uma competição tão curta. Os melhores jogadores, em teoria, têm que estar bem, em boa forma, porque as grandes competições são sempre ao final da temporada e há jogadores com acumulação de minutos... Depende de muitas coisas.
— Você estará com 33 anos na Copa do Mundo da Rússia. Pensa em deixar a seleção depois do torneio?
— Não acredito. Dependerá muito de meu físico, assim como do estado psicológico. Não tenho planes em minha vida esportiva. Tudo depende de meu estado mental, físico e não sei o que vai acontecer amanhã. Acredito que o mais importante é este momento, agora, como estou. Me sinto bem, me sinto motivado e em três anos vamos ver o que vai acontecer.
— Se pudesse passar sem ser percebido na rua, o que faria?
— Iria a um centro comercial, por exemplo. Compraria pipoca, uma Coca Cola, iria com os amigos e ficaríamos ali duas ou três horas se divertindo. Depois do cinema iria comprar alguma roupa...
— Não sente necessidade de ser um desconhecido?
— É um hábito. Não vejo desta maneira. Obviamente, a principio era um pouco estranho já que passar pela rua sem ser percebido é difícil, ainda mais agora. No entanto, no passado, no primeiro e no segundo, ainda passava desapercebido, mas já é impossível. É uma questão de costume.
— Como são seus dias?
— Sou uma pessoa que gosta de trabalhar bem tanto no campo como fora. Ir à academia, fazer alongamentos com música, estar com pessoas que me fazem sentir bem, um ambiente feliz. Acredito que isso é uma parte de mim e não só no futebol...
— Seu filme foi lançado há pouco. Se imagina participando de um filme de Hollywood?
— Por que não? Não é meu objetivo neste momento, mas tive alguns convites e minha agenda é muito complicada pelos treinamentos, as partidas, as competições... Mas não fecho a porte, já que é uma coisa que gosto.
— A exposição de um atleta neste nível tem uma parte de interpretação...
— Na minha opinião ser ator é um trabalho diferente, é um trabalho muito complicado. Acredito que é uma profissão muito bonita e difícil. Então, como digo, estou certo de cedo ou tarde serei parte do elenco de um filme.
— Com uma carreira tão longa e com muito sucesso, o que ainda te motiva?
— A competitividade. Aproveito e faço o que mais gosto, que é jogar futebol. Me sinto bem, me sinto jovem, com força, então quero seguir. Não ponho metas como jogador de futebol, só meu corpo e minha mente dirão. Quero aproveitar e ganhar mais a nível coletivo e individual. Se todos tivessem a oportunidade de fazer o que gosta, o mundo seria muito melhor... mas não se pode.
— O momento de se aposentar te preocupa?
— Isso, de certo modo, me dá motivação para seguir trabalho mais e melhor e continuar em minha área, que é o futebol. Quanto mais tempo estiver no nível mais alto, melhor será o futuro porque proporcionará mais coisas, mais contratos, tudo. E por isso sei o grande benefício de estar em um futebol de alto nível. Essa é minha grande motivação porque sei que quando acabar de jogar vou ter 'n' coisas para fazer.
— Você sempre tem a intenção de ajudar os demais...
— Sempre o fiz e seguirei fazendo porque quando faço, Deus sempre me dá em dobro. Obviamente, não podemos ajudar a todos, mas eu com minha equipe decidimos ajudar com os elementos essenciais e nos sentimos bem por isso. É algo que me faz feliz.
— Qual seu sentido da vida?
— Continuar assim, continuar com meu trabalho ao mais alto nível. Manter esse nível durante tantos anos é muito complicado e se conta com os dedos os melhores jogadores no futebol mundial que conseguiram manter-se seis, sete, oito, nove, dez anos no máximo nível de exigência e estar no topo em tantos anos. Me considero privilegiado de estar neste nível.
Cristiano Ronaldo concedeu entrevista ao Sacoor Brothers, site de moda português, para falar sobre muitos assuntos, como sua carreira, motivação, o que vê na seleção, aposentadoria da carreira, como leva seu dia, entre outros pontos em uma conversa bastante pessoal.
Gerard Julien - 13 de fevereiro de 2016/AFP
— O que Portugal precisa para brilhar na Eurocopa?— Há vários fatores que nos permitem ganhar um torneio importante, como ter uma boa equipe, um bom treinador... Mas acredito que o fator sorte também é uma parte, especialmente em uma competição tão curta. Os melhores jogadores, em teoria, têm que estar bem, em boa forma, porque as grandes competições são sempre ao final da temporada e há jogadores com acumulação de minutos... Depende de muitas coisas.
— Você estará com 33 anos na Copa do Mundo da Rússia. Pensa em deixar a seleção depois do torneio?
— Não acredito. Dependerá muito de meu físico, assim como do estado psicológico. Não tenho planes em minha vida esportiva. Tudo depende de meu estado mental, físico e não sei o que vai acontecer amanhã. Acredito que o mais importante é este momento, agora, como estou. Me sinto bem, me sinto motivado e em três anos vamos ver o que vai acontecer.
— Se pudesse passar sem ser percebido na rua, o que faria?
— Iria a um centro comercial, por exemplo. Compraria pipoca, uma Coca Cola, iria com os amigos e ficaríamos ali duas ou três horas se divertindo. Depois do cinema iria comprar alguma roupa...
— Não sente necessidade de ser um desconhecido?
— É um hábito. Não vejo desta maneira. Obviamente, a principio era um pouco estranho já que passar pela rua sem ser percebido é difícil, ainda mais agora. No entanto, no passado, no primeiro e no segundo, ainda passava desapercebido, mas já é impossível. É uma questão de costume.
— Como são seus dias?
— Sou uma pessoa que gosta de trabalhar bem tanto no campo como fora. Ir à academia, fazer alongamentos com música, estar com pessoas que me fazem sentir bem, um ambiente feliz. Acredito que isso é uma parte de mim e não só no futebol...
— Seu filme foi lançado há pouco. Se imagina participando de um filme de Hollywood?
— Por que não? Não é meu objetivo neste momento, mas tive alguns convites e minha agenda é muito complicada pelos treinamentos, as partidas, as competições... Mas não fecho a porte, já que é uma coisa que gosto.
— A exposição de um atleta neste nível tem uma parte de interpretação...
— Na minha opinião ser ator é um trabalho diferente, é um trabalho muito complicado. Acredito que é uma profissão muito bonita e difícil. Então, como digo, estou certo de cedo ou tarde serei parte do elenco de um filme.
— Com uma carreira tão longa e com muito sucesso, o que ainda te motiva?
— A competitividade. Aproveito e faço o que mais gosto, que é jogar futebol. Me sinto bem, me sinto jovem, com força, então quero seguir. Não ponho metas como jogador de futebol, só meu corpo e minha mente dirão. Quero aproveitar e ganhar mais a nível coletivo e individual. Se todos tivessem a oportunidade de fazer o que gosta, o mundo seria muito melhor... mas não se pode.
— O momento de se aposentar te preocupa?
— Isso, de certo modo, me dá motivação para seguir trabalho mais e melhor e continuar em minha área, que é o futebol. Quanto mais tempo estiver no nível mais alto, melhor será o futuro porque proporcionará mais coisas, mais contratos, tudo. E por isso sei o grande benefício de estar em um futebol de alto nível. Essa é minha grande motivação porque sei que quando acabar de jogar vou ter 'n' coisas para fazer.
— Você sempre tem a intenção de ajudar os demais...
— Sempre o fiz e seguirei fazendo porque quando faço, Deus sempre me dá em dobro. Obviamente, não podemos ajudar a todos, mas eu com minha equipe decidimos ajudar com os elementos essenciais e nos sentimos bem por isso. É algo que me faz feliz.
— Qual seu sentido da vida?
— Continuar assim, continuar com meu trabalho ao mais alto nível. Manter esse nível durante tantos anos é muito complicado e se conta com os dedos os melhores jogadores no futebol mundial que conseguiram manter-se seis, sete, oito, nove, dez anos no máximo nível de exigência e estar no topo em tantos anos. Me considero privilegiado de estar neste nível.
Cristiano: “Competir me motiva”
Publicadas por Lucas Petry
em
fevereiro 22, 2016
Mais
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fevereiro 22, 2016
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